segunda-feira, 1 de junho de 2009

27º capítulo de “Sede de Vingança”

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27º capítulo de “Sede de Vingança”

MANSÃO DOS MEDEIROS

Juliana chega na mansão e estaciona o carro. Antes de entrar em casa ouve um disparo.

Juliana corre e quando abre a porta se depara com sua mãe caída no chão com um tiro no peito!

Juliana: Mãe... eu vou chamar uma ambulância...
Ana: Não filha... eu vou morrer.
Juliana: Não! Não! Calma mãe, a senhora não vai morrer...
Ana: Filha me perdoa, me perdoa por tudo o que eu fiz.
Juliana: Do que a senhora tá falando?
Ana: Eu... eu matei seu pai.
Juliana: O que? Como assim?
Ana: Esse é o meu castigo...

Essas foram as últimas palavras de Ana, que morre nos braços da filha.

Juliana: Mãe! Fala comigo! Mãe! Não!

Juliana chora desesperadamente.

Mateus chega.

Mateus: O que está acontecendo aqui!?
Juliana: A nossa mãe foi morta...
Mateus: Não pode ser...
Juliana: A nossa mãe nos deixou.

Os dois se abraçam e choram.

Em poucos instantes, ambulâncias, a polícia e a imprensa chegam a mansão.

Delegado Junqueira: Nós já estamos realizando buscas nas redondezas para ver se capturamos o assassino.
Juliana: Eu... eu recebi um telefonema quando eu estava na empresa avisando que minha mãe tava em perigo. Quando eu cheguei, ouvi o disparo e ao entrar em casa me deparai com minha mãe caída no chão.
Delegado Junqueira: Eu sinto muito, o que aconteceu foi um crime bárbaro.

O celular de Juliana toca.

Juliana: Por favor Mateus diz que eu não estou em condições de atender.

Mateus abre a bolsa e Juliana e encontra uma arma.

Mateus: O que é isso? Uma arma... dentro da sua bolsa?
Juliana: Como assim? Eu não tô entendendo... eu não tenho arma! Essa arma não é minha!
Mateus: Você não seria capaz.... não... você não seria capaz de matar nossa própria mãe!
Juliana: Você tá pensando isso? Não acredito.
Delegado Junqueira: Calma.... calma. Me dá essa arma...
Juliana: Delegado eu...
Delegado Junqueira: Nós vamos comparar o calibre dessa arma com a da que matou sua mãe.
Juliana: Meu Deus... isso não pode tá acontecendo....
Delegado Junqueira: Você terá que ir para delegacia prestar depoimento.

DELEGACIA

Delegado Junqueira: Juliana... eu falei com o perito e ele confirmou que o projétil que matou sua mãe tem o mesmo calibre da arma que foi encontrada em sua bolsa. Você está presa.
Juliana: O senhor acha que eu seria capaz de matar minha própria mãe?
Delegado Junqueira: Eu não devo achar nada Juliana. Devo apenas cumprir com o que manda a lei.

MANSÃO DOS MEDEIROS

Mateus: O Delegado ligou dizendo que a Juliana foi presa acusada de assassinato.
Ricardo: Você acredita que foi capaz de matar a nossa própria mãe?
Mateus: Eu não queria acreditar... mas todas as evidências apontam para ela.
Ricardo: Eu vou lá na delegacia.
Mateus: Não! Ela não merece! Ela é uma assassina!
Ricardo: Ela é minha irmã, e eu tenho certeza que não foi ela que matou nossa mãe.

Ricardo sai.

EMPRESA BR TECIDOS

Otávio: Vocês não vão acreditar no que eu soube agora.
Pedro: Fala...
Otávio: A Juliana foi presa acusada de ter matado a mãe!
Pedro: O que?

FIM DO CAPÍTULO 27
AUTOR.:.MARCOS ALVES

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