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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Leal quer impedir o casamento de Zeca e Nara.

Destaque da Matéria

Com Zeca (Thiago Rodrigues) afastado definitivamente de Nelinha (Fernanda Vasconcellos), Nara (Priscila Fantin) convence o noivo a aceitar subir ao altar. A megerinha inicia os preparativos do casamento ignorando a tristeza do rapaz e a resistência da mãe dele, Hélia (Eliane Giardini), que sabe que o filho não ama a dançarina.

Hélia procura demover o herdeiro da união, mas ele, arrasado com o envolvimento de Nelinha com o astronauta Renato (Danton Mello), segue firme em sua decisão. Certa de que Zeca não será feliz, a impulsiva senhora chega a pedir a ajuda de Leal (Antonio Fagundes). Tudo leva a crer que o determinado empreiteiro moverá mundos e fundos para impedir que o filho faça a maior besteira de sua vida. Claro que a noiva rechaçada jamais perdoará a desfeita e vai querer se vingar de todos custe o que custar.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Viviane Pasmanter concorda com modificações em "Tempos Modernos"


A atriz Viviane Pasmanter concorda que a novela Tempos Modernos precisa de modificações para que conquista o público.

"A linguagem da novela vai ter que mudar, porque opúblico não muda. Vamos nos adaptar para ganhar mais audiência. O telespectador não está acostumado com a nossa linguagem e muitas pessoas não entendem que se trata de uma ficção. A equipe da novela é muito competente e logo vamos acertar os ponteiros", declarou a atriz.

"Tempos Modernos", até o momento, tem a pior audiência de uma novela já produzida pela TV Globo. Sua média é de 23 pontos na Grande São Paulo.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

'Cama de gato', 'Tempos modernos' e 'Viver a vida' têm trama em comum

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O telespectador mais atento já deve ter percebido que as novelas “Cama de gato”, “Tempos modernos” e “Viver a vida”, apesar de terem histórias bem diferentes, trazem uma trama em comum: personagens que se encantam um pelo outro sem imaginar que podem ser irmãos.

É o caso de Pedro (Ronny Kriwat) e Débora (Guta Gonçalves) na novela das seis; de Nelinha (Fernanda Vasconcellos) e Zeca (Thiago Rodrigues) na das sete; e de Luciana (Alinne Moraes) e Bruno (Thiago Lacerda) na das oito (veja as respectivas histórias nos quadros).

Mas por que este imbróglio é tão abordado pelos escritores? O autor Manoel Carlos analisa:

— O público gosta de acompanhar histórias de amor, sejam elas possíveis ou não. E essa trama é um artifício que faz parte dos folhetins há muito tempo. A forma como é contada é que faz a diferença.

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á a autora Thelma Guedes, que escreve “Cama de gato” com Duca Rachid, compara a história à tragédia grega.

— O tema vem como uma releitura do arquétipo presente até nas tragédias gregas, o amor incestuoso. Mas no folhetim, ele costuma aparecer como um engano, decorrente de um segredo — comenta Thelma.

Apesar de não perceber a semelhança, o autor Bosco Brasil não se surpreende com a coincidência:

— Esse não é um tema atípico, é comum vê-lo em obras literárias, no cinema ou na TV. O interessante é o público ter a chance de ver três abordagens diferentes do tema.

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

"Alma Gêmea" bate "Malhação", "Cama de Gato" e "Tempos Modernos" no Ibope

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A saída de Walcyr Carrasco do horário nobre global, dada com a exibição do desfecho de "Caras & Bocas", não foi suficiente para tirar o autor da briga pelo posto de segunda maior audiência do segmento das novelas da Globo. De forma surpreendente a reprise de "Alma Gêmea" foi o segundo folhetim mais visto do dia e bateu "Malhação", "Cama de Gato" e "Tempos Modernos" no Ibope.

Dados prévios da Grande São Paulo apontaram, na última quarta-feira (20), "Alma Gêmea com 21,5 pontos de média. "Malhação" atingiu 16. "Cama de Gato" e "Tempos Modernos" empataram com 20 pontos cada. "Viver a Vida", de Manoel Carlos, embora ainda esteja longe de alcançar os índices desejados pela Globo, ainda assim liderou o ranking com folga e fechou com 31 pontos.
"Alma Gêmea" estreou na Globo em 2005 e foi responsável pela maior audiência da faixa das 18h da década. No decorrer de seus 227 capítulos marcou média geral de 39 pontos. Para efeito de comparação, "Paraíso", veiculada em 2009 e com grande êxito perante seus telespectadores, fechou com 26. O último capítulo de "Alma Gêmea" registrou 52 pontos de média, ratificando mais um sucesso de Walcyr Carrasco.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Terceiro capítulo de "Tempos Modernos" mantém audiência estável

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A novela Tempos Modernos que estreou na última segunda, dia 11/01, mantém uma audiência equivalente a primeira semana da antecessora, Caras & Bocas.

O terceiro capítulo da trama assinada por Bosco Brasil, exibido na noite desta quarta (13/01), de acordo com dados preliminares obtidos com exclusividade pelo O Planeta TV!, marcou uma média de 27 pontos com pico de 29.

Veja os números da novela desde sua estreia:

Segunda – 29
Terça – 27
Quarta – 27 (prévia)

"Tempos Modernos", de segunda a sábado, às 19h15.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Especial "Tempos Modernos"

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TEMPOS MODERNOS: TUDO SOBRE A PRÓXIMA NOVELA DAS 7

Novela de: Bosco Brasil
Supervisão: Aguinaldo Silva
Colaboração: Maria Elisa Berredo, Mário Teixeira, Izabel de Oliveira e Patrícia Moretzsohn
Direção: Paulo Silvestrini, Carlo Milani e Luciana Oliveira
Direção geral e artística: José Luíz Villamarin

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Com sua história de vida diretamente ligada a São Paulo, Bosco viveu algum tempo de seu trabalho de office-boy. Além disso, conseguiu ocupar um lugar de destaque na dramaturgia brasileira, uma vez que já recebeu diversos prêmios como Shell e Molière, nos quais foi eleito o melhor autor. Em seu currículo estão produções como "Budro", premiada em 1994, "Atos e Omissões", "Blitz", "Medo de Chuva", "À Putanesca’, ‘Cheiro de Chuva" e "Novas Diretrizes em Tempos de Paz’, que ganhou uma versão para o cinema em 2009.

Na emissora onde escreve sua primeira novela como autor solo, Bosco Brasil colaborou em "O Amor está no Ar’, ‘Anjo Mau’, ‘Torre de Babel’, ‘As Filhas da Mãe" e "Coração de Estudante’. O autor teve ainda passagens pelo SBT, em "As Pupilas do Senhor Reitor’, e pela Record, onde colaborou em "Essas Mulheres" e assinou como co-autor, ao lado de Cristianne Fridman, "Bicho do Mato".

A seguir uma entrevista que o autor concedeu ao portal G1:

Explique sobre o tema da novela e o que exatamente você quer mostrar com “Tempos modernos”

Bosco Brasil – O que me moveu mais foi uma percepção antiga do aumento da segurança privada. Não sei os números exatamente, mas sei que os valores gastos em segurança privada ou se equipararam ou já ultrapassaram os valores investidos em segurança pública. Então, vou falar desse aspecto de abrirmos mão de nossa liberdade por conta da segurança. As pessoas se preocupam de tal maneira que vivem quase em presídios. E isso é problemático, é quase um desafio à democracia. Mas minha ideia sempre foi contar essa história de forma engraçada, porque acredito que o riso seja mais eficiente do que as lágrimas, nesses casos.

Como vai mostrar essa parte da tecnologia?

Brasil – O mais importante é saber que nessa novela vamos trabalhar sempre em contraste. Na verdade, eu não vou falar da tecnologia, vou falar do ser humano. Do aspecto desumanizador dessa tecnologia, que é o que me preocupa. Eu não acho que a tecnologia ou os aparelhos tenham culpa nisso, seria uma imbecilidade. Mas os seres humanos abrem mão de sua humanidade. O que me interessa mais são as histórias de cada personagem dentro de seus problemas diários, os problemas mais humanos possíveis: o amor não-correspondido, o desejo de poder, a relação difícil entre pai e filha. A tecnologia vai funcionar para deixar bem claro esse contraste. Quem vai usar isso pelo mal é o Albano e a Deodora, que são os vilões. Eles usam sistemas de vigilância, microcâmeras colocadas em robozinhos...

Como tudo isso é mostrado na novela? Você tem a ideia e a equipe faz? É fácil?

Brasil – Até agora não ouvi nenhum não. O diretor José Luiz Villamarim é um parceirão, está a fim de fazer o melhor. E nessa parte de computação gráfica, a Globo é muito boa. As animações que eu estou pedindo, essas “baratinhas-robôs”, eles fazem por animação, e é perfeito. O trabalho está ficando ótimo. Não tive problema nenhum. Toda bobagem que eu imaginei, eles toparam e me sugeriram outras (risos).

A novela terá muitos efeitos especiais?

Brasil – A gente vai brincar com várias linguagens, tipo história em quadrinhos, sonhos... E esse pessoal da computação gráfica vem ajudando bastante nisso.

Você entende de tecnologia?

Brasil – (Risos) Eu acho que estou escrevendo isso porque sou um atrapalhado. Estou colocando lá as minhas angústias, para ver se exorcizo um pouco meus problemas. As pessoas riem de mim, porque o computador para mim não é mais do que uma máquina de escrever rápida. Eu trabalho o dia todo, desligo e não faço mais nada. Pego emails, porque tem assunto de trabalho. Mas essas coisas de navegar, Twitter, Orkut, não tenho nada. É meu perfil, não é bronca da tecnologia, não. Tenho uma TV e um aparelho de som ótimos. Mas não tenho muita curiosidade quanto a isso.

Como foi a escolha de São Paulo como cenário e especialmente da região central?

Brasil – Só poderia ser em São Paulo. Embora eu tenha nascido em Sorocaba, fui para São Paulo com 4 anos de idade, cresci, estudei, me apaixonei, briguei, casei, descasei, fiquei pobre, fiquei rico, tudo em São Paulo. Só nos últimos anos me mudei para o Rio. O centro de São Paulo é uma grande paixão minha. Estudei no colégio São Bento, adorava matar aula e sair andando pelo centro. Depois fui trabalhar como office boy e continuei vivendo ali. Até hoje, é um passeio que faço. O centro para mim é uma paixão, porque vi ele ser “destruído”, na década de 70, com a construção do metrô, de prédios modernos. Então, aquele centro suntuoso que eu conheci na minha adolescência foi caindo. Minha geração passou por isso e sonhou em recuperar e revitalizar o centro, o que vem acontecendo um pouco nos últimos anos. Vou mostrar na novela o centro como eu acho que deveria ser e como pode ser daqui a um tempo. Quero fazer as pessoas se interessarem por aquela região. Não só sonho com isso, como acredito.

Essa é sua primeira novela como autor principal. Como tem sido o trabalho e a supervisão do Aguinaldo Silva?

Brasil – A gente corre tanto que nem sente as dores do parto, mas num balanço geral eu diria que entre as dores e os prazeres, os prazeres estão ganhando de longe. É muito legal porque posso ficar mais perto da ponta final da produção. É algo que eu gosto, e no teatro fazia muito. Estar lá, poder conversar o diretor de fotografia, com os atores, com o editor, ir na ilha de edição, tudo isso é um grande prazer. Compensa qualquer dificuldade. Quanto ao Aguinaldo, eu não me arriscaria a fazer a novela se não tivesse supervisão. Eu sei das minhas dificuldades, e a emissora merece esse cuidado, já que está investindo tanto. O Aguinaldo gosta muito do projeto e tem sido um companheiro imenso, tem me dado grande força.

Como foi a escolha do Antonio Fagundes para o papel principal?

Brasil – O Fagundes encaixou como uma luva no personagem. A gente ficou pensando na necessidade de um grande ator nessa faixa de idade. Que seja um galã, mas que seja também um cara em que as pessoas acreditam. Nos conhecemos do teatro há muito tempo e, quando surgiu essa possibilidade, ele foi super receptivo. É a segunda vez na carreira dele que faz uma novela das sete, ele só fez novelas das oito. Então, foi um encontro muito bom. Tudo o que eu vejo dele está ótimo, ele está dando uma grande alavancada na novela.

A Grazi fará uma vilã. Já estão passando na TV algumas cenas dela lutando... Acho que é algo que poucas pessoas esperavam.

Brasil – (Risos) Como a novela tem esses pontos de contraste, chamar para fazer a vilã uma atriz que é reconhecidamente vilã, não seria tão forte. Ou seja, colocar um ator de comédia numa tragédia é surpreendente, e quando estávamos pensando no elenco me deu esse estalo, de escolher uma pessoa que fosse reconhecida como uma pessoa doce. E a Grazi entrou de cabeça no projeto, gostou da ideia, embarcou, foi treinar no Bope... Ela está ótima, está de rolar de rir. Os vilões de “Tempos modernos” são aqueles que realmente fazem grandes maldades, mas podemos dar risada deles, estão sempre se dando mal.

Como é substituir “Caras e bocas”, que foi um fenômeno para o horário das sete?

Brasil – Eu estreio muito aliviado, porque pegar um horário em cima para mim não é um problema. De uma coisa eu tenho certeza: todos nós da novela estamos dando o melhor. Sucesso é uma incógnita, mas estamos fazendo nosso melhor. Se o Walcyr [Carrasco, autor de ‘Caras e bocas’] fez esse trabalho excepcional de recuperar o horário, só tenho a agradecê-lo. Não vejo isso como problema. Não me sinto pressionado, fico totalmente à vontade.

Tempos Modernos tem direção-geral de José Luiz Villamarim e direção de Paulo Silvestrini, Carlo Milani e Luciana Oliveira. A história é escrita por Bosco Brasil, com colaboração de Maria Elisa Berredo, Mário Teixeira, Izabel de Oliviera e Patrícia Moretzsohn, e supervisão de texto de Aguinaldo Silva.

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Sai de cena Caras & bocas e entra Tempos modernos, que estreia amanhã, às 19h55, na Globo/TV Bahia. Escrita por Bosco Brasil, a trama tem como desafio superar - ou pelo menos se igualar a - o sucesso que foi a novela de Walcyr Carrasco e que chegou a bater 39 pontos no Ibope, registrando um recorde de audiência - a média geral era de 30 pontos.

E se Caras & bocas tinha entre os personagens Xico, um macaco pintor, Tempos modernos vai contar com um super computador que fala e tem sentimentos, chamado Frank. Ele vai funcionar como uma espécie de narrador e comentarista das cenas.

Entre os elementos do folhetim estarão, ainda, ex-casais que ainda sofrem por paixão, guerra familiar por amor e por dinheiro), a dor de ter que guardar o passado, disputas amorosas vividas por personagens de todas as idades e trapaças para assumir o poder de um gigantesco prédio inteligente. Além de muita ação com lutas marciais.

A novela promete discutir como a tecnologia vem influenciando e transformando a vida das pessoas – apesar de o autor dizer que não se liga muito no assunto. “Estou escrevendo isso porque sou um atrapalhado. Estou colocando lá as minhas angústias, para ver se exorcizo um pouco meus problemas. As pessoas riem de mim, porque o computador para mim não é mais do que uma máquina de escrever rápida.”

“Tempos modernos” contará a história de Leal (Fagundes), um homem que começou a trabalhar muito cedo e, agora, com um império construído, sente que não viveu direito. Pensa, então, em dividir tudo o que tem entre as filhas, interpretadas por Fernanda Vasconcellos, Viviane Pasmanter e Regiane Alves – sucessão que se tornará um grande problema em sua vida. De olho na fortuna do empresário estão os vilões Albano (Guilherme Weber) e Deodora (Grazi). “Os vilões são aqueles que realmente fazem grandes maldades, mas podemos dar risada deles. Eles também se dão mal”, adianta o autor.

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Antônio Fagundes: Leal Cordeiro
Fernanda Vasconcellos: Nelinha (Cornélia Cordeiro)
Priscila Fantin: Nara Nolasco
Thiago Rodrigues: Zeca (José Carlos Pimenta)
Grazi Massafera: Deodora Madureira
Guilherme Weber: Albano
Vivianne Pasmanter: Regeane Cordeiro
Regiane Alves: Goretti Cordeiro
Danton Mello: Renato Vieira de Mattos
Malu Galli: Yolanda Paranhos
Leonardo Medeiros: Ramon Piñon
Genésio de Barros: Pasquale
Janaína Ávila: Milena Morgado
Edmilson Barros: Lindomar
Cris Vianna: Tita Bicalho
Alexandra Martins: Duba Lumbriga
Caroline Abras: Catarina
Alessandra Maestrini: Rita Dittakusnezov (Ditta)
Débora Duarte: Tertuliana
Otávio Muller: Dr. Bodansky
João Baldasserini: Túlio Osório
Otávio Augusto: Faustaço Lumbriga
Eliane Giardini: Hélia Pimenta
Felipe Camargo: Vinícius Porto (Portinho)
Cláudia Missura: Lavínnia
Jairo Mattos: Gaulês
Marcos Caruso: Otto Niemann
Ricardo Blat: Fidélio
Fabrício Boliveira: Nabugo Mota
Tuna Dwek: Justine
Antônio Fragoso: Zapata
Darlan Cunha: João Paranhos
Pascoal da Conceição: Zuppo
Victor Pecoraro: Maurição (Ricardo Maurício)
Anderson Lau: Okuda
Eliana Pittman: Miranda Paranhos
Aline Peixoto: Jannis Piñon
Alexandre Cioletti: Valvênio
Guilherme Leicam: Led Piñon
Ellen Rocche: Cibele Porto
Cássio Inácio: Tartana
Narunha Costa: Dolores Damasceno
Paulo Leal de Melo: Raulzão (Ducha Fria)
Joana Lerner: Heloísa
Luciana Borgui: Bárbara
Sofia Portto: Malu Leitão
Paula Possani: Maureen Lobianco
Márcia del Anillo: Filomena Ayres Penna
Prazeres Alves: Rondônia Alves
Isabel Lobo: Thais Trancoso
Georgia Golfarb: Val Lopes
Xandy Britto: Nelsinho Pallotti
Luciana Barbosa: Izadora Mellão
Zé Luis Perez: Tito Maranhão
Sandro Ximenes: Divino
Márcio Seixas: Frankestein (Frank)
Poliana Aleixo: Maria Eunice
Rebeca Orestein: Maria Helena
Jenifer de Oliveira Andrade: Maria Clara
Ana Karolina Lanes: Maria Eugênia

PAR ROMÂNTICO QUE VIVE ÀS TURRAS

Leal tem três filhas: Goretti, Regeane e Nelinha. Apesar de o grande empresário ser muito dedicado às três, ele não consegue esconder a predileção em relação a Nelinha, pois eles têm princípios éticos muito próximos.

Da mesma forma, Nelinha é louca pelo pai. O maior sonho da astrônoma é descobrir um planeta para batizá-lo de Leal. Esse sonho diz muito sobre a relação dos dois, que tem na emoção o fator determinante para momentos de muita felicidade e outros de intensas discussões. O amor entre Leal e Nelinha é diretamente proporcional à semelhança dos gênios: ambos são excelentes representantes da tribo dos cabeças-duras.

Além da paixão pela astronomia, Nelinha é fã de esportes, principalmente daquelas modalidades que liberam muita adrenalina. Viver às alturas é uma de suas preferências, a exemplo das descidas de rapel. E a moça é firme na queda, mais uma característica parecida com Leal. E quando está na direção de seu jipe, emoção é o que não falta, principalmente para quem pega uma carona, como no caso de Portinho, seu ex-cunhado e amigo inseparável. Nelinha não pode, nem de longe, ser considerada uma motorista cautelosa ou prudente. E esse é um dos motivos que levará Leal a aproximar Zeca de Nelinha, com a intenção de proteger a filha das enrascadas em que se envolve. Mas o que a filha preferida de Leal não espera é ser pega pelas vontades do coração e vai acabar se apaixonando por Zeca.

É no terraço do Titã, onde algumas histórias amorosas mal-resolvidas são colocadas à prova. Nelinha (Fernanda Vasconcellos) e Zeca (Thiago Rodrigues) são um bom exemplo disso. A jovem astrônoma não vive seus melhores dias. Preocupada com o estado de saúde do pai, que acaba de anunciar que está muito doente, Nelinha se desespera com a possibilidade de perder uma das pessoas mais importantes de sua vida. Ela decide pensar um pouco na vida e recorre ao terraço do edifício de seu pai. É neste momento que a jovem deixa de lado todas as suas defesas e se entrega aos braços de Zeca que, até então, não passava de um guarda-costas contratado por seu pai.

O centro de São Paulo é cenário do amor entre Nelinha e Zeca (Thiago Rodrigues). O amor entre os dois não segue os moldes de um relacionamento tranquilo ou romântico. Eles se descobrem apaixonados de uma hora para outra, depois de viverem aos trancos e barrancos. E as dificuldades que enfrentam não são apenas as incompatibilidades de gênios e personalidades. No meio do caminho de Nelinha tem Nara (Priscila Fantin), uma namorada de Zeca dos tempos de infância.

A EXPECTATIVA DAS PROTAGONISTAS

Estreia é sempre aquela expectativa, frio na barriga, ansiedade para saber a opinião do público... E com o elenco de “Tempos Modernos” não está sendo diferente. É hoje a estreia da nova novela das sete. Conversamos com Fernanda Vasconcellos, Vivianne Pasmanter e Regiane Alves, que faz o trio de irmãs Nelinha, Rejeane e Goretti. Veja como está a expectativa das três para logo mais!

Fernanda Vasconcellos
“Estou muito ansiosa para a estreia, mas tenho a certeza de que vai ser muito feliz e a gente vai se dar muito bem nesses oito meses que temos pela frente. Está sendo uma delícia fazer a novela!”

Vivianne Pasmanter
“Eu estou muito confiante! Acho que está todo mundo confiante, até dá um pouco de medo quando está todo mundo confiando tanto numa coisa assim, mas está mais do que na hora de estrear. Está na hora de nascer logo, pra começar a deslanchar, porque quando vai ao ar a gente começa a gravar um capítulo atrás do outro. Então estou com vontade que o negócio venha logo, que nasça hoje. Estou contente”.

Regiane Alves
“Minhas expectativas são as melhores. Estou com um pouco de ansiedade, quero saber muito o que as pessoas estão achando da novela. A gente está há muito tempo lendo, se preparando, fazendo o personagem, então eu estou querendo essa troca com o público. Acho que assim que acabar o capítulo eu vou ligar para um monte de gente pra saber o que todo mundo achou da novela. Espero que vocês curtam muito!”

OS VILÕES

Durante a cerimônia de lançamento do Titã II, Regeane, a filha mais velha de Leal, irá revelar ao pai que está noiva de Albano, o todo poderoso chefe da segurança do Titã. O que a perua nem imagina é que seu noivo tem uma amante com quem, aliás, forma uma dupla bastante perigosa. Deodora comanda o “exército” de seguranças do Titã. Má por natureza, a perigosa parceira e amante do vilão da história, Albano, é uma exímia lutadora e treina com pulso firme os seus subordinados que trabalham no Titã.

A vilã não mede esforços para agradar o todo poderoso Albano. Se ele mandar, ela obedece sem pestanejar. O ingrediente que une esse estranho casal ainda é um mistério, pois não há espaço para o amor no coração de nenhum dos dois. Albano sabe que pode contar com Deodora sempre que for preciso e que sua sede por maldade faz com que ela não abandone suas missões sem concluí-las.

Mas uma coisa tira Deodora do sério: ter que dividir Albano com Regeane. Ela não gosta de ser deixada de lado. E isso acontece sempre que Albano reconhece que precisa dar mais atenção à Regeane, pois ele não pode, de jeito nenhum, desperdiçar a chance de colocar as mãos no patrimônio do pai de sua noiva.

Não perca o desenrolar desse triângulo amoroso a partir do primeiro capítulo de “Tempos Modernos”.



domingo, 10 de janeiro de 2010

Reportagem Especial- O fim da inocência

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Depois de viver doces heroínas, Grazi Massafera ganha ar sofisticado e cruel em "Tempos modernos", novela das 19h que estreia amanhã

Um picolé de uva em uma das mãos e um sanduíche de queijo na outra são indícios de que a mulher sorridente que se aproxima ainda tem algo daquela Grazi Massafera comilona que ficou conhecida em 2005 na quinta edição do "Big Brother Brasil". Mas as tatuagens falsas, as botas de salto altíssimo até a altura do joelho e a roupa preta justa e decotada - figurino da vilã Deodora Madureira, de "Tempos modernos", que estreia amanhã, às 19h, na Globo - sinalizam uma mudança e tanto na trajetória profissional da ex-miss nascida em Jacarezinho (PR).

Conhecida até agora por interpretar tipos doces, bem próximos dela mesma, nos folhetins, desta vez, Grazi surgirá no vídeo como uma mulher má, capaz de cometer atrocidades. Amante e braço direito de Albano (Guilherme Weber), ela dará socos e pontapés. Sempre em cima do salto.

"Estou na quarrrta novela, mas cada uma é como se fosse a primeira", afirma Grazi, num intervalo das gravações, mostrando que ainda conserva seu charmoso sotaque interiorano. "Não mudo o meu jeito de falar. Na vida real estou sempre com os meus "erres". Os exercícios que faço são para minhas personagens", avisa.

Deodora é de longe o papel que mais exigiu da atriz. A trama de Bosco Brasil, que assina pela primeira vez uma novela como autor principal, traz Grazi como a chefe de segurança do edifício Titã, um dos principais cenários de "Tempos modernos". Para interpretar a vilã dura na queda, Grazi suou. Além das aulas de fonoaudiologia e interpretação, ela se preparou num intensivo de artes marciais.

" Eu nunca construí um personagem e agora estou experimentando. A Lívia ( de "Negócio da China") tinha uma pouco mais de composição, mas nada como a Deodora. Com ela, preciso permanecer em estado de tensão para que a personagem não me escape", explica. "Alguns atores mais experientes já sabem como será o personagem nas primeiras leituras do texto. Comigo ainda não tem isso", confessa.

Dedicação

Por essa razão Grazi está sempre correndo atrás. Tanto que é constantemente apontada nos bastidores como uma atriz dedicada e estudiosa. "Agora não dá para ir muito na intuição. Deodora parece saída das histórias em quadrinhos. Não tem julgamento, nem crítica. Ela conversa com umas baratinhas eletrônicas que são suas espiãs. Olha esse cinto dela. Parece o da She-ra!", diz.

Até aqui, a atriz coleciona apenas elogios por sua atuação em novelas - a estreia foi em 2006 com a romântica Telminha, de "Páginas da vida". Mas ela jura não ter medo do tropeço. "O pior que pode me acontecer é errar. Mas, ao mesmo tempo, vou sair da minha área de conforto. Eu poderia ficar a vida inteira só fazendo meninas do interior", brinca a moça vinda do interior. " Quero me desafiar, me botar na fogueira".

Sem preconceito

Quando ela viveu a casadoira Florinda, de "Desejo proibido", saiu-se bem no papel cômico da trama exibida às 18h. "Antes não passava pela minha cabeça nem ter um carro. Imagina ser atriz", recorda ela que jura não ter problema em lembrar sua passagem pelo "BBB 5". "Vai saber onde eu estaria agora se não tivesse sido o programa. Não me arrependo de ter participado, mas foi uma fase que ultrapassei".

No ano passado, enfrentou mais uma prova de fogo ao protagonizar "Negócio da China", trama de Miguel Falabella. A novela não foi bem, mas pelo menos para Grazi o saldo foi positivo.

Assim como os outros autores que já trabalharam com Grazi, Bosco Brasil também discorre com entusiasmo sobre o empenho da atriz. E adianta que ela terá bons momentos em sua trama. "Vou injetar muita loucura nela", adianta.

Louca, perigosa e sexy. Mas com um pé na comédia pastelão. "Existe um fetiche aguçado na relação da Deodora com o Albano. Mas nada dá muito certo para eles. Albano é tipo de vilão que pisa no cocô do cachorro e queima a sobrancelha", diverte-se.

Zean Bravo
Agência O Globo

Tempos Modernos quer ajudar o centro de São Paulo

Autor de Tempos Modernos, que estreia amanhã no horário das sete, da Globo, Bosco Brasil pretende ajudar o centro de São Paulo na revitalização do local, além de instigar as pessoas a conhecerem. O autor diz que o centro da capital deveria ser ocupado por manifestações artísticas, como em Buenos Aires. Segundo a coluna Zapping, o autor, que critica os colegas da Globo que só retratam a São Paulo dos Jardins ou a da Berrini, disse ter criado um centro mais lírico. “Não tenho dívidas com o realismo. Meu centro é colorido.”

Grazi Massafera fala sobre sua personagem vilã em "Tempos Modernos"

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Grazi Massafera garante que leva a sério seu novo trabalho. A atriz vai viver a vilã Deodora na novela “Tempos Modernos”, que estreia na segunda-feira (11) e falou sobre a personagem em entrevista a revista “Diário Dez”, do jornal “Diário de S. Paulo”. “Sempre fui muito intuitiva ao atuar. Mas, neste trabalho, isso não basta, é um tipo. E, para fazer tipo, você precisa de base, teoria”, avalia.

Na trama, assinada por
Bosco Brasil, Grazi fará par com Guilherme Weber, o maquiavélico Albano. Deodora, além de amante, será uma espécie de braço direito dele. "Estou aprendendo (a atuar). Mas sou bastante observadora. Estar ao lado de atores como Guilherme, que tem experiência no teatro e no cinema, só tem a me acrescentar", complementa a atriz.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

TM: Personagens de Regiane Alves e Vivianne Pasmanter são irmãs, e peruas!

http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2010/01/150_54-perua%20vivi.jpghttp://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2010/01/150_54-perua%20regi.jpg
Enquanto uma tem palpitações em frente a vitrines de lojas caras, a outra passa as tardes recortando colunas sociais para se espelhar na vida dos ricos e famosos. Louras, extravagantes e (por que não?) cafonas, as irmãs Goretti e Regeane de “Tempos modernos”, que estreia na segunda-feira, são as primeiras peruas das atrizes Regiane Alves e Vivianne Pasmanter.

— Nunca fiz uma personagem que usasse tantos acessórios e que demorasse tanto para se arrumar — conta Vivianne, de 38 anos, a Regeane.

E se a personagem de Vivianne sempre aposta no dourado nas suas produções, a irmã e artista plástica frustrada é daquelas que investe em tudo ao mesmo tempo:

— Goretti peca pelo excesso. Só um brinco não basta. É brinco, colar, pulseira, cinto... E tudo tom sobre tom — define Regiane Alves, que ainda ganhou um corte de cabelo moderno.

Tamanha “peruísse” se explica porque as duas são típicas emergentes, filhas de um mestre de obras que se tornou milionário, Leal (Antonio Fagundes). E, competitivas ao extremo, as duas só se unem quando o assunto é falar mal da caçula Nelinha (Fernanda Vasconcellos).

— Elas se amam e se odeiam. E acham que Nelinha é a preferida do pai. Rola um ciúme — comenta Regiane, de 31 anos, que deixa escapar: — Goretti quer copiar a irmã, mas sempre se dá mal.

Acostumadas a personagens dramáticas — como esquecer a Dóris de “Mulheres apaixonadas”, de Regiane, e a Laura de “Por amor”, de Vivianne? — as duas atrizes comemoram a chamativa novidade na carreira.

— Essa novela me dá oportunidade de sair daquela interpretação formal, da mesmice. Vai ser um grande trabalho — acredita Vivianne.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Aline Peixoto, a promessa da TV em 2010.

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Ela canta para o pai dormir, mas tem acessos de raiva quando o assunto é a mãe que a abandonou. Serena e revoltada, roqueira e menina, Jannis Piñon, de “Tempos modernos”, que estreia dia 11, promete dar trabalho à estreante Aline Peixoto, grande aposta da TV para 2010. Quem assistiu à performance da loura no clipe da próxima trama das sete apresentado à imprensa não tem dúvidas.

— Jannis é muito ela. Não sei explicar. Procurei a personagem em várias pessoas, nas ruas, vi manias... — diz Aline, que interpreta uma jovem de 20 anos, apesar de ter 17.

A revolta da moça se explica porque a mãe, Ditta (Alessandra Maestrini), abandonou a família para ser cantora de ópera, forçando a garota a amadurecer rapidamente.

— Ela virou mãe do pai (Leonardo Medeiros) e do irmão (Guilherme Leicam) — conta Aline, que na vida real é irmã de David Lucas (o Espeto de “Caras & bocas”).

A dramaticidade de Aline foi posta à prova logo nas primeiras sequências gravadas em São Paulo, onde a novela é ambientada. No reencontro com a mãe, ela tem uma cena forte de discussão. E, ao se lembrar, fala como se fosse, na verdade, a personagem:

— Não quero que ela chegue do nada e retome tudo, achando normal — diz Aline.

Mas Jannis também terá um lado sonhadora e experimentará uma paixão proibida. Num protesto para salvar a Galeria do Rock, ela conhece o bonitão Túlio (João Baldasseirini) e é amor à primeira vista.

— Ela vai se apaixonar por Túlio, mas o pai fica contra porque ele é motoboy — adianta ela, que namora há três anos.

E a vida pessoal pode se confundir com a ficção. Vocalista do grupo Bob 49 e elogiada pelos colegas de elenco, Aline talvez venha a cantar numa banda na trama. Vai dizer que não é a promessa do ano?

— Fico meio nervosa por ser uma aposta. Torço para tudo dar certo.

Entrevista com Bosco Brasil, autor de Tempos Modernos.

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Bosco Brasil enfrenta, em 2010, seu maior desafio profissional. Premiado no teatro, ex-colaborador e com passagem pela Record, o autor estreia em janeiro sua primeira novela na Globo. Com visual e ritmo de quadrinhos, “Tempos modernos” promete inovar.

Por que tratar do tema da vigilância numa novela?
Quero falar de como as pessoas abrem mão de sua liberdade pela segurança. É impressionante o poder que as empresas privadas de vigilância têm, controlando o espaço público. Mas falarei disso com humor. O riso é mais destrutivo.

Qual será a principal característica da trama?
A novela vai ter um sabor de história em quadrinhos e uma mistura de amor e comédia. O bom é que os atores embarcaram nessa aventura.

E a tarefa de substituir o sucesso “Caras & bocas”?
Sou eternamente agradecido ao Walcyr Carrasco. É muito melhor pegar uma novela com o horário em alta.

Como foi trabalhar com Aguinaldo Silva fazendo supervisão de texto?
Só fiz a novela porque pude contar com Aguinaldo. É um luxo e não pude desperdiçar. Faço pós-graduação com ele, que me ajuda com a maneira livre que lida com a realidade. Como ele está fora, nos falamos por Skype, bem no clima da novela.

Revelação do cinema é promessa de Tempos Modernos.

Preste atenção no rapaz da foto. João Baldasserini, revelado no filme “Linha de passe”, é uma das grandes apostas da novela. Estreando na TV, ele será um motoboy, entregador de pizza, e promete ser o herói da trama. Sensível, o personagem escreve poemas, mas não conta para ninguém.

A prova de fogo de Grazi Massafera.

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Uma das dúvidas deste começo de 2010 é como Grazi Massafera se sairá em seu papel mais difícil na TV. Acostumada a viver mocinhas desde que ingressou na carreira de atriz, ela precisa convencer agora como a vilã de “Tempos modernos”. A torcida nos bastidores é grande e Grazi tem recebido elogios da direção da novela. Na foto, com cara de poucos amigos, Deodora, sua personagem, monitora uma manifestação de lojistas, já nos primeiros capítulos.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Confira o elenco de "Tempos Modernos"

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Autoria: Bosco Brasil
Supervisão: Aguinaldo Silva
Colaboração: Maria Elisa Berredo
Fausto Galvão
Isabel de Oliveira
Patrícia Moretzsohn

Direção: Paulo Silvestrini
Carlo Milani
Luciana Oliveira

Direção Geral: José Luiz Villamarim
Estreia: 11 de janeiro

Antônio Fagundes
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Fernanda Vasconcellos (protagonista)
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Thiago Rodrigues (protagonista)
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Regiane Alves
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Grazi Massafera
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Guilherme Weber
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Danton Mello
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Viviane Pasmanter
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Priscila Fantin
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Felipe Camargo
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Alessandra Maestrini
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Leonardo Medeiros
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Malu Galli
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Marcos Caruso
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Eliane Giardini
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Otávio Augusto
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Débora Duarte
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Otávio Muller
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Claudia Missura
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Caroline Abras
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Cris Vianna
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Victor Pecoraro
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Edmilson Barros
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Pascoal da Conceição
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Fabrício Boliveira
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Anderson Lau
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Darlan Cunha
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Poliana Aleixo
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Ricardo Blat
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Genézio de Barros
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